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domingo, 4 de junho de 2017

O mapa completo de nossa ferrovia RVPSC.

Conheça o mapa completo de nossa ferrovia, RVPSC que atravessa os Estados do Paraná e de Santa Catarina, promovendo a ligação com Rio Grande do Sul e São Paulo.
Digitalizado da revista Correio dos Ferroviários da RFFSA - RVPSC de 1969!



...O Olho é um teatro por dentro.
 
E às vezes, sejam atores, sejam cenas,
e às vezes, sejam imagens, sejam ausências,
formam, no Olho, lágrimas.

Mapa de anatomia: o Olho
Autora: Cecília Meireles



domingo, 28 de maio de 2017

A “inglesinha” da RVPSC.


Bom dia!

Publiquei está foto em um grupo do Facebook chamado "ANTIGAMENTE EM CURITIBA", "Alguém do grupo já andou em um trem conduzido por uma locomotiva igual a está, elas faziam o trecho de Curitiba até Banhados nas décadas de 50, 60"!



E o legal dos comentários saudosistas é a lembrança quase unânime do tal bolinho na graxa, e a coisa mais incrível que quando viajei neste trecho entre os anos de 1999 e 2001 como auxiliar de maquinista, é que quando passava de trem em frente da estação de Banhados sempre sentia um cheiro de bolinho frito, principalmente a noite e em tardes frias com garoa e neblina.

Maquinista Clodoaldo

Segue alguns comentários da pagina  "ANTIGAMENTE EM CURITIBA":

Jair Urban Eu já e bastante quando criança. Enquanto faziam a troca de locomotiva em Banhado, era o tempo suficiente para saborear o bolinho de Banhado.

Amauri Follador Tive a satisfação de fazer o seguinte trajeto: até banhados com locomotiva elétrica e de banhados até Paranaguá com locomotiva a vapor.

Regina Da Silva Beato Sim e saborear os deliciosos bolinhos de graxa como dizia minha avó.

Marta Franco Eu já muitas vezes quando criança,meu pai já falecido era ferroviário e viajamos nas férias saudades.

Rose Santos Na melhor companhia do mundo minha avó , meus irmãos e meu primo.

Sônia Ernestina Costa Muitas viagens quando criança e tb na juventude ,trajeto até Alexandra . Adorava a parada da estação Banhados , para comer bolinhos da graxa . Ficou na lembrança, e muitas saudades .

Georgs Rozenfelds Muitas, indo para o Marumbi! Em Banhados, café preto com bolinho de graxa...

Miguel Suchewschy Miguel eu ja e aquele bolinho era uma delicia.

João Carlos Amodio Muitas vezes! Também andei até as novas Oficinas.ida e volta!

Leoni Tedesco E aquele bolinho era muito bom.


Locomotiva elétrica de 900 HP fornecida pela Metropolitan-Vickers para a Rede de Viação Paraná-Santa Catarina. Esta locomotiva, número 2000, chegou a ser emprestada por um ano para a E.F. Sorocabana, certamente devido à ociosidade da frota de máquinas elétricas da R.V.P.S.C.: afinal, apenas 36 dos 113 quilômetros entre Curitiba e Paranaguá tiveram eletrificação operando comercialmente. Esta foto, originalmente publicada em catálogos da Metropolitan Vickers. 
Fabricada na Inglaterra ainda no início dos anos 1950, a “Metrovick” teve vida curta nos trilhos paranaenses. Registros mostram que a locomotiva rodou entre 1953 e 1961 no estado. O trajeto percorrido pela “inglesinha” começava em Curitiba e seguia, no sentido Paranaguá, até a estação “Banhado” – anterior à “Véu de Noiva” –, na Serra do Mar.
Uma rede elétrica independente a movia nesta época, permitindo o transporte de cargas e passageiros pela ferrovia eletrificada. “Mas esse sistema foi desativado ainda na década de 1960 e a locomotiva deixou de ser usada.

Fontes: http://www.tsfr.org
http://www.gazetadopovo.com.br
http://www.gracesguide.co.uk
http://abpf-pr.blogspot.com.br/

sábado, 5 de novembro de 2016

Estação ferroviária de Itaperuçu - Pr.

Estação ferroviária de Itaperuçu - Pr, é situado no ramal Ferroviário Curitiba- Rio Branco do Sul, próximo a Fábrica de Cimento Votorantim. Nesse trechos todas s Estações eram em estilo de madeira. Com exceção de Rio Branco do Sul (que foi refeita, e construída em alvenaria década inicio 70.
Ao lado da estação uma locomotiva da RFFSA - SR05 G-22UM, chegando na localidade de Itaperuçu Anos 80-Acervo ABPF - Paraná

Hoje ela não existe mais....
Colaboração Paulo Stradiotto


Estação de Itaperuçu, anos 80 - foto acervo ABPF-Paraná.

Cirivaldo Marcilio de Lima existia nesta localidade a CIA de CIMENTO ITAÚ! Era carregado cerca de 80 vagões dia, e descarregado 20 vagões de carvão porque a mesma era movida a carvão, ficava uma locomotiva 24 horas trabalhando na manobra, equipe completa por escala na estação 4 funcionários, 1 agente de estação , 1 aux. de estação, 1 maquinista, e 1 manobrador, trabalhei neste local...

A ESTAÇÃO: A estação original de Itaperussu foi inaugurada com a linha em 1909. Como as outras, era de madeira, numa arquitetura típica do ramal. Nos anos 1980, não se sabe por que, foi demolida e substituída por uma de alvenaria, que, abandonada depois da parada dos trens de passageiros no ramal, em 1991, foi depredada e em 2002 era só ruínas. 
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; RVPSC: Relatórios anuais, 1920-60; RVPSC: Horário dos Trens de Passageiros e Cargas, 1936; IBGE, 1960)




sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Aniversario RFFSA - Rede Ferroviária Federal S. A.

Hoje a RFFSA - Rede Ferroviária Federal S. A. completaria 59 anos. Polêmica, deficitária, motivo de uso político por todos os governos que a controlaram, fechou 40% de trilhos e ramais Brasil afora quando foi criada, mas ainda assim, gostávamos dela, e hoje faz falta no cenário caótico que se encontram as ferrovias brasileiras.
Fica minha homenagem com uma foto de um trem no Km 247 da #Ferroeste, quando em acordo entre Ferroeste e RFFSA, a rede operava os trens, final de 1996!

(RFFSA - 30 de setembro de 1957)

Trecho da Ferroeste em Guaraniaçu, Paraná foto do Compa Andre Consentino

Hoje na linha do tempo da Ferroeste é um dia importante, em 30/09/1994 foi concluída as obras de terraplanagem da Ferroeste.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A ESTAÇÃO ARAUCÁRIA.

A lembrança da infância é o único sonho real que nos resta na fase madura da vida, os demais são infelizmente meras utopias. Maquinista Clodoaldo

A antiga estação ferroviária que era de madeira foi consumida por um incêndio em Outubro de 1961, deixando um saldo trágico com a morte do agente Sr. Ladi Azevedo.
A estação de madeira que pegou fogo em Outubro de 1961.

Já em 1962 foi construído em alvenaria um prédio para a estação e uma casa para ser a residência do novo agente. Veio para chefiar esta unidade da RVPRSC o Sr. Cornélio Kaminski que também desempenhou a função de agente nas estações ferroviárias de Rio da Várzea, Nova Restinga, Desvio Ribas e Engenheiro Lange. 

No centro da foto o Sr. Cornélio Kaminski, à sua direita Sr. Jofre de Andrade
e à sua esquerda o Sr. João Guimarães que depois de aposentado ele fez as
cobranças da Sociedade Operaria e do Clube União Araucariense.
Foto do acervo de Moacir Kaminski.

Nesta época o Município de Araucária possuía quatro estações férreas que servia para embarque e desembarque de passageiros e carga e descarga de mercadorias, a primeira era situada no Bairro Estação, segunda na localidade de Passauna,  a terceira no Distrito de Guajuvira e a outra na localidade de General Lúcio. Além do agente Cornélio, faziam parte da equipe que atuava na Estação de Araucária os telegrafistas Carlos de Lima, Ernesto Lemos e João Guimarães, como manobristas e guardas chaves Jofre de Andrade, José de Andrade, José Perini e Cristiano Rodrigues.  A equipe que fazia a manutenção do trajeto da linha que pertencia à Araucária, chamada de turmeiros era chefiada pelo Mestre de Linhas SR Joaquim de Oliveira Godoy. A partir de 1975 toda esta malha ferroviária passou a pertencer a RFFSA. Em 1977 a nova estação foi desativada e demolida, o leito da linha deu lugar a uma parte da rodovia PR 423 que liga Araucária a Campo Largo e outras duas foram construídas no novo traçado da linha que desviou o Bairro Estação. A primeira delas foi construída para servir apenas como embarque e desembarque de passageiros, mas isso nunca aconteceu apesar de uma tentativa de criar um passeio com locomotiva “Maria Fumaça” entre Araucária e a cidade da Lapa, a segunda que serve como terminal de manobras e para cargas e descargas foi construída no Jardim Itaipu e hoje abriga uma grande quantidade de vagões e pertence à RUMO.

No centro da foto, de gravata, está o Sr Ernesto Lemos um dos telegrafistas da
estação. Os demais da D para E (do Ernesto) : Irineu e Aloísio Trzeciak, Dionísio Baja,
Lídio Esmanhoto, Ademar Surek,, Luiz Madureira, João Manuel Kaminski e
um garoto que eu não consegui identificar.
Foto do acervo de Moacir Kaminski.

A estação sempre foi um ponto de encontro da moçada do bairro. Nesta, em pé Cadorin,
Dionísio Baja com a mão na cintura. Sentados: E para D : Luiz Elirio Baja, Rogério Jasiocha
e Moacir Kaminski.
Foto: acervo de Moacir Kaminski.

Na foto: Sr Jofre de Andrade, ocasião que ele estava trabalhando na estação
da cidade de Rio Negro, PR.
Foto: acervo de Eliseu de Andrade.

Estação do Passauna, também funcionou somente até 1977.
Foto: Acervo da ABPF do PR.

Estação de Guajuvira numa época de enchente do Rio Iguaçu.
Foto: acervo de Estevão Wagner II.

Estação construída no bairro Chapada, em 1977, para atender embarque e desembarque
de passageiros, mas isso nunca ocorreu. Ela foi edificada nas margens da Rod.
do Xisto. Foto Luiz H. Bassetti 

O patio da atual estação de manobras em Araucária "LAR", Bairro Itaipu, hoje pertence
à Rumo. Foto Luiz H. Bassetti

Fonte http://rjasiocha.blogspot.com.br/

Histórias do meu Bornal

Por 


sexta-feira, 19 de junho de 2015

O Emblema da RVPSC.

"História, o melhor alimento para quem tem fome de conhecimento"

Sempre me fascinou este universo de emblemas, símbolos e distintivos.  Na minha infância vi muito este emblema nas casas e estações da antiga RVPSC e desde então me apaixonei por este emblema em especial, tanto que tenho ele no layout do meu Blog desde a sua criação e agora para comemorar os 73 de criação da RVPSC que será em 25 de setembro deste ano, resolvi pesquisar e postar o significado deste magnifico emblema, espero que gostem da postagem.
Abraço ferroviário
Maquinista Ativista ferroviário Clodoaldo

A identidade visual representada pelo emblema "logo" é expressão da alma da empresa.

Até hoje, os ferroviários mais antigos têm especial fascinação pelo emblema da Rede de Viação Paraná - Santa Catarina.

E não é injustificável esse fascínio, dada à beleza da concepção e a mensagem que se pretendia (e se conseguiu) transmitir: uma roda de locomotiva, base moderna do meio de transporte humano e o maior fator de progresso dentro do território; uma faixa de fazenda flamejante, atravessando a roda, em seu centro, simbolizando a Bandeira Nacional que, levada pela locomotiva, vai propagando a união e o amor pelo trabalho em nosso país.

A roda da engrenagem, com vinte e dois dentes, representava os Estados da Federação Brasileira e, ainda, o equilíbrio do funcionamento da Rede, com relação à vida nacional, pela simetria de seus dentes.

Sobre o centro da engrenagem, um escudo redondo e convexo, servindo de base às iniciais RVPSC, representando a defesa e garantia do seu eficiente serviço.
E, completando, na parte inferior, um garfo a simbolizar o material mecânico, e, também, colocado como necessidade à harmonia estética do escudo.

A oficialização das dimensões aconteceu em 09 de outubro de 1944, através da Portaria número 49-D, assinada pelo então Diretor da RVPSC, Coronel Durival Britto e Silva, na qual se convencionava um módulo "P", para serem mantidas as proporções do emblema:

A) RODA DA ENGRENAGEM
22 dentes, sendo 15 visíveis;
altura e espessura dos dentes: 1P;
tamanho das letras da RVPSC: 1P.

B) ESCUDO
diâmetro: 14P ;
grossura: 1P no filete e 3P no centro do escudo;
largura e altura do filete da extremidade: 1/3 de P;
tamanho das letras RVPSC: a parte acima do diâmetro horizontal: 3P; a parte baixa, até o limite de uma circunferência de raio: 6P.

C) ARCO
diâmetro: 10P;
largura: 2P.

D) COMPRIMENTO
limitado à direita e à esquerda por uma reta de 17.1/3 de P, partindo do centro do escudo e inclinando em 45 graus sobre o seu diâmetro horizontal.
               
O emblema teve três fases distintas: a primeira, quando de sua criação e oficialização, para uso logo após o surgimento da RVPSC; a segunda, quando da oficialização de suas dimensões; e, a terceira, quando do estabelecimento de suas cores:

Em 02 de abril de 1966, por ocasião do lançamento do serviço denominado "RODOTREM", que conjugaria os transportes ferroviário e rodoviário, a diretoria de então, considerando a necessidade de definir, para todos os fins, qual o símbolo da RVPSC, quais as suas cores oficiais..., resolveu por unanimidade:

a) manter o emblema tradicional da RVPSC;
b) “instituir, como cores oficiais da Rede, as cores vermelha e azul e as letra em dourado...”.


O primeiro modelo do emblema, 1942.

O primeiro modelo do emblema, que data de 1942, teve José Peón como gravador; mais tarde, outro gravador, Frederico Tod, confeccionou o emblema, que apareceu, entretanto, com medidas diferentes.
Em abril de 1944, surge o segundo modelo, desta feita  elaborado no Escritório Técnico da via permanente.

O segundo modelo do emblema, 1944.

Com o advento da  Rede ferroviária Federal S. A., em 1957, fez-se necessária a adaptação do emblema, aparecendo, na parte inferior, um garfo com dizeres "Rede Ferroviária Federal S. A.".

O terceiro e ultimo modelo do emblema, 1957.


Artigo elaborado com base em pesquisa de Antônio Zotto, colecionador de publicações sobre ferrovias.
Extraído do Livro, ESTRADA DE FERRO PARANAGUÁ-CURITIBA UMA VIAGEM DE 100 ANOS.

domingo, 17 de maio de 2015

O vexame do Trem Húngaro!

Não quero ser sustentador do mundo
Nem o pilar desta sociedade
Só garantir minha sobrevivência
Descer ao fundo desta ansiedade
Subir a tona deste fim de mundo
Buscar um pouco de tranquilidade
Não quero dar o que não poderia
Nem receber o que não deveria
O sinaleiro orientou errado
Errei o trilho e fiquei de lado
Pagar porém um juro assim tão alto
Era uma coisa que eu não merecia
Sou passageiro deste mesmo trem
para um destino tão ignorado
só que o sinaleiro orientou errado
Errei o trilho e fiquei de lado
Pagar porém um juro assim tão alto
Era uma coisa que eu não merecia
Sou passageiro deste mesmo trem
para um destino tão ignorado
Letra da música, Descarrilho de Zé Geraldo.

O trem de alta velocidade é um sonho antigo dos governos brasileiros. Sobre estradas de terra e asfalto, os 500 quilômetros entre as duas maiores cidades do país são perigosos e engarrafados. De avião, o voo de 40 minutos é caro. Por um breve período, no entanto, o sonho se materializou. Folhetos distribuídos aos passageiros que partiram às 17 horas do dia 11 de março de 1974 da Estação da Luz, em São Paulo, garantiam que os vagões da composição húngara da empresa Ganz-Mávag chegariam à Central do Brasil, no Rio de Janeiro, em apenas quatro horas e meia. Alta velocidade sobre trilhos, para os padrões da época.
Aqueles trens haviam sido negociados pelo governo brasileiro em troca de uma de suas moedas correntes desde o Império: café. A linha Rio-São Paulo recebeu seis composições, embarcadas da Europa depois de serem fabricadas na Hungria. A tecnologia foi celebrada na imprensa — desde o desembarque dos vagões no porto do Rio de Janeiro, em 1973, até as viagens inaugurais no ano seguinte, aproveitando a velha estrada de ferro com trechos inaugurados por Dom Pedro 2º. Anúncios publicitários convidavam os cidadãos a deixar de lado os momentos de tensão ao volante em troca de “minutos de relax” a bordo dos Ganz-Mávag. Os carros eram, de fato, seguros e confortáveis, mas se mostraram uma bomba mecânica em poucas viagens. O sistema de tração era fraco para as subidas íngremes, sobretudo entre Japeri e Barra do Piraí, uma serra inclemente aos trens projetados para deslizar nas planícies magiares. As rodas patinavam, os motores esquentavam, e a composição precisava parar no meio do caminho. Apesar de ser fabricado na Hungria, o trem-bala tinha motor alemão, controles suíços e freios italianos — problemas multinacionais na hora de repor peças em um mundo ainda não globalizado. Quatro anos após a inauguração, deixou de circular. Em 1978, os trens foram deslocados para linhas menos exigentes e, anos depois, viraram sucata.
Propaganda utópica da RFFSA promovia a viagem São Paulo - Rio em 4 horas e meia.

Veja o artigo completo em: https://medium.com/bang-bang/a-hist%C3%B3ria-do-trem-bala-brasileiro-f27235ccc4b7

domingo, 16 de novembro de 2014

Ponte São João.


A Ferrovia é uma POESIA!


Obra de arte da engenharia brasileira do Século XIX integra o conjunto de viadutos da ferrovia Paranaguá-Curitiba. A ponte foi projetada no Brasil e construída com aço importado da Bélgica, sendo transportada em pedaços e montada no local pelos trabalhadores da obra.
Possui 112 metros de extensão, divididos em 4 vão, o maior com 70 metros, sendo a ponte mais longa da ferrovia e também a mais alta pois seu vão central está a 55 metros de altura em relação ao fundo da grota do Rio São João.

ALGUMAS NOTAS SOBRE A ESTRADA DE FERRO PARANAGUÁ A CURITYBA:

Encontram-se neste álbum vistas da Ponte São João principal  obra de arte da via ferrea de Curityba a Paranaguá, cujo primeiro trecho, de Paranaguá a Morretes, foi inaugurado em 17 de novembro de 1883.
Entre Morretes e Roça Nova a linha vence a Serra do Mar com 14 túneis e rampa máxima de 3%.
Este trecho constitui o maior attestado da capacidade e arrojo da engenharia brasileira.  A inauguração da linha entre Morretes e Curityba deu-se em 05 de fevereiro de 1885 com a presença do S.M. o Imperador D.Pedro II e S.A a Princesa D Isabel.


...A escolha é nossa... É minha...


Ser cerca... Ou estar sozinha?

Ou ponte... E ter sempre a fronte...

Companhia... Sincero sentimento...

Que à nossa vida...

Só trará acalento.



Sejamos ponte na comunidade...

Ponte em nossa família...

Ponte da fraternidade...

Semeando amor em grande quantia.



Sejamos PONTE...

Derrubemos CERCAS...

Seremos de companheirismo uma fonte...

Para que muita alma não se perca.


Autora: MARILENE MEES PRETTI


Minucias technicas - A Ponte São João tem o comprimento de 110 metros, medindo os vãos da mesma, 12, 16, 70 e 12 metros, respectivamente. 

Vista apanhada de cima do tunel n. 6, estando no meio a Ponte São João.

Photographia tirada do morro do tunel n. 5, destacando-se a "Ponte São João" e diversos trechos da linha.

A Ponte São João tem o comprimento de 110 metros e 55 metros de altura em relação ao fundo da grota do Rio São João.

A entrada da ponte na descida.

A ponte, vista de flanco.

Ponte de São João, Klm. 62,380. Aspecto da Ponte São João, considerado obra prima da sciencia e arte.

Ainda a Ponte São João. - Temeraria concepção technica na ancia humana de vencer abysmos.

Ponte de São João, Klm. 62,380. Outro aspecto da Ponte São João, considerado obra prima da sciencia e arte.

Outra vista da Ponte de São João. - Fim desse formidavel traço de união entre montanhas.

A Ponte de São João, sob o illusorio aspecto de pouca altura, quando está é de 58 metros.

Um trem na Ponte de São João, sobre a qual transitam trens de carga com o pezo de 404,900 kls.

Sobre a ponte, um trem de passageiro, com segurança absoluta, transpõe abysmos.

Vista geral da ponte.

As informações e escritas de cada foto é igual o encontrado no álbum: A ESTRADA DE FERRO CURITIBA-PARANAGUÁ NAS FOTOS DE ARTHUR WISCHRAL de (1929).

Fonte: http://paulodafigaro.blogspot.com.br/